Ei gente, depois de um tempo eu voltei. Como estão vocês? Por aqui vai tudo indo, estou tentando superar minhas dificuldades...
Há mais ou menos um mês fui em outra psiquiatra e comecei uma nova medicação. De início, o plano seria tomar um comprimido inteiro de Donaren (anti depressivo e meio ansiolítico), mas logo no primeiro dia já vi que não ia dar certo. Tomei o comprimido antes de dormir e no dia seguinte não consegui levantar da cama no horário certo, passei o dia meio lenta e com uma sensação de "cabeça frutuando". Enfim, voltei na doutora e ela me pediu para tomar 1/3 e estou fazendo isso agora. Só não sei direito se está fazendo efeito.
A psi também me indicou fazer psicanálise. Como eu já havia comentado aqui, fiz durante um bom tempo terapia cognitiva comportamental e de nada me adiantou, então resolvemos partir para Freud e etc. Acredito que está sendo muito bom para mim, mas tem uma coisa que está me deixando super mega encomodada: o gasto que isso trás. Um mês de terapia é igual a menos R$500,00 na conta da minha mãe e eu não consigo parar de pensar no gasto que isso trás e nas coisas que ela poderia estar fazendo com esse dinheiro. Já discuti isso com a psicóloga, mas não está entrando na minha cabeça. Estou tentando conviver com isso...
Quanto as atividades sociais, acho que fiz pequenos progressos. Graças a Deus, não tive mais nenhum ataque de ansiedade como o do post anterior. No momento, consigo no máximo ir em reuniões na casa de amigos e em barzinhos que não estejam muito lotados. Meu namoro vai bem, mas está cada vez mais difícil esconder do meu namorado meu problema. As vezes, me dá vontade de chorar, de gritar, de colocar tudo pra fora...mas eu tenho muito medo de perdê-lo. Qualquer situação de exposição me deixa extremamente desconfortável e isso é cansativo e muito desistimulador. Ele quer ir pra Bahia no Reveillón e eu já estou sofrendo. Sinceramente, não sei o que foi fazer.
Até a próxima pessoal!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Crise no meio da rua
Hoje aconteceu algo que não me acontecia há algum tempo e que me deixou assustada. Tive uma crise das brabas no meio na rua, mais precisamente na fila de uma lotérica. A fila estava imensa e eu estava nela há mais ou menos meia hora. Quando faltava uma pessoa pra ser atendida na minha frente, comecei a sentir os sintomas da ansiedade. Minha médica dizia que isso é coisa da minha mente, que em momentos assim eu devia tentar desviar meus pensamentos para outra coisa e respirar fundo. Impossível, com aquele calor, com aquele monte de gente, eu só pensava que estava passando mal, que a vista estava ficando embaçada e que eu não queria desmaiar.
Acabei saindo da fila e a medida que eu ia andando para a rua, a coisa foi só piorando. Resolvi sentar no meio fio para tentar me acalmar. " Que calor, muito calor, estou enjoada, vou desmaiar...as pessoas tão me olhando? Que vergonha, que vergonha!". Respirei fundo e andei mais um pouco para finguir que estava tudo bem. Acabei sentando no banco de uma pracinha. A essa altura meu pânico estava no limite, cheguei naquele ponto de não ouvir ninguém, de ouvir aquele zumbido dentro da cabeça, de querer morrer. Deitei no banco da praça na tentativa de me acalmar. Uma moça de aproximou perguntando se eu queria alguma coisa, dizendo que percebeu que eu não estava me sentindo bem e disse também que podia ligar para alguém, me ajudar...minha vergonha foi tamanha que disse que estava melhor, que morava perto e que estava indo embora. Ela me disse pra sentar na sombra, que todo aquele sol ia me deixar pior.
Consegui levantar e sentar em um banquinho na sombra. Foi o melhor mesmo, a medida que o vento fresco ia soprando, eu fui conseguindo me equilibrar. Esperei um pouco e vim andando para casa, mortificada de vergonha e com a certeza de que a moça (que também estava na fila e continuava), estava olhando meus passos para se certificar de que eu não ia ser atropelada pelo ônibus que passava.
Eu não sabia o que pensar, acho que minha maior preocupação foi não ter pago a conta que já estava em atraso. Deitei na minha cama e liguei pra minha mãe contando o que havia acontecido, ela me deu o telefone da psiquiatra e me fez prometer que iria ligar.
Concordei. Liguei agora a pouco para ela e deixei um recado na secretária eletrônica. Ela deve me retornar nas próximas horas. E lá vou eu novamente...
Acabei saindo da fila e a medida que eu ia andando para a rua, a coisa foi só piorando. Resolvi sentar no meio fio para tentar me acalmar. " Que calor, muito calor, estou enjoada, vou desmaiar...as pessoas tão me olhando? Que vergonha, que vergonha!". Respirei fundo e andei mais um pouco para finguir que estava tudo bem. Acabei sentando no banco de uma pracinha. A essa altura meu pânico estava no limite, cheguei naquele ponto de não ouvir ninguém, de ouvir aquele zumbido dentro da cabeça, de querer morrer. Deitei no banco da praça na tentativa de me acalmar. Uma moça de aproximou perguntando se eu queria alguma coisa, dizendo que percebeu que eu não estava me sentindo bem e disse também que podia ligar para alguém, me ajudar...minha vergonha foi tamanha que disse que estava melhor, que morava perto e que estava indo embora. Ela me disse pra sentar na sombra, que todo aquele sol ia me deixar pior.
Consegui levantar e sentar em um banquinho na sombra. Foi o melhor mesmo, a medida que o vento fresco ia soprando, eu fui conseguindo me equilibrar. Esperei um pouco e vim andando para casa, mortificada de vergonha e com a certeza de que a moça (que também estava na fila e continuava), estava olhando meus passos para se certificar de que eu não ia ser atropelada pelo ônibus que passava.
Eu não sabia o que pensar, acho que minha maior preocupação foi não ter pago a conta que já estava em atraso. Deitei na minha cama e liguei pra minha mãe contando o que havia acontecido, ela me deu o telefone da psiquiatra e me fez prometer que iria ligar.
Concordei. Liguei agora a pouco para ela e deixei um recado na secretária eletrônica. Ela deve me retornar nas próximas horas. E lá vou eu novamente...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Feriado.
Esse feriado está sendo ruim, aliás, os feriados prolongados não são legais para mim. Surge aquele sentimento de não ter família, de ver as pessoas indo viajar, se divertindo e eu ficando para trás. Até mesmo meu namorado foi visitar a família em outro estado. A única amiga que restou na cidade e que eu havia marcado de ir no cinema, resolveu viajar de última hora. Resultado: tédio total, emburrecimento e claro, ansiedade.
As vezes eu me sinto mal de ficar reclamando, pois sei que perto de muitas pessoas eu tenho demais. Entretanto, sinto que perto de muitas outras, eu tenho de menos. Não estou tocando no ponto financeiro, mas sim no ponto sentimental e familiar. Como eu queria ser aquelas pessoas que são naturalmente felizes e resignadas. Como eu queria ter uma família grande e animada ao invés de ser filha única de apartamento. A impressão que eu tenho é que os dias vão passando e eu não tenho progresso, que eu penso em desanimar antes mesmo de começar.
Eu fico pensando: Se eu descobrisse uma doença terminal hoje, será que o meu sentido de viver iria se modificar? Será que eu iria desejar desesperadamente viver, lutar pela cura? Infelizmente, são coisas que se passam pela minha cabeça e que eu não consigo evitar.
Uma vez minha psiquiatra me disse que tenho o perfil de um depressivo crônico, que provavelmente isso é um fator genético, já que minha mãe vive a base de anti-depressivos. Mas que droga, vai ser a vida toda assim? Ando pensando em além dos meus remédios para ansiedade, começar a tomar também um anti-depressivo, porque sinceramente...a coisa está complicada.
As vezes eu me sinto mal de ficar reclamando, pois sei que perto de muitas pessoas eu tenho demais. Entretanto, sinto que perto de muitas outras, eu tenho de menos. Não estou tocando no ponto financeiro, mas sim no ponto sentimental e familiar. Como eu queria ser aquelas pessoas que são naturalmente felizes e resignadas. Como eu queria ter uma família grande e animada ao invés de ser filha única de apartamento. A impressão que eu tenho é que os dias vão passando e eu não tenho progresso, que eu penso em desanimar antes mesmo de começar.
Eu fico pensando: Se eu descobrisse uma doença terminal hoje, será que o meu sentido de viver iria se modificar? Será que eu iria desejar desesperadamente viver, lutar pela cura? Infelizmente, são coisas que se passam pela minha cabeça e que eu não consigo evitar.
Uma vez minha psiquiatra me disse que tenho o perfil de um depressivo crônico, que provavelmente isso é um fator genético, já que minha mãe vive a base de anti-depressivos. Mas que droga, vai ser a vida toda assim? Ando pensando em além dos meus remédios para ansiedade, começar a tomar também um anti-depressivo, porque sinceramente...a coisa está complicada.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Tá difícil.
Esses dias tem sido uma tortura. Ando passando mal, com o estômago ruim, coração quase saindo pela boca. Hoje acordei como se um trem tivesse passado com cima de mim, cansada, com uma pressão no peito...e tudo isso é ansiedade. Depois da "alta" da psiquiatra, eu achei que poderia viver sem meus remédios, sem a Sertralina e sem o Rivotril, mas é mentira, sem eles eu não consigo.
Hoje fui na faculdade me arrastando e ao sentar na cadeia me veio uma crise horrorosa. Meu coração não bate, ele parece querer sair do peito e um enjôo, uma fraqueza horrível tomam conta de mim. Começo a sentir um misto de frio e calor e isso é os primeiros indícios de que, se não me controlar, vou desmaiar na frente de todo mundo. Tentei me acalmar, peguei uma folha pra me abanar e comecei a respirar junto repetindo: "Isso não vai me dominar!".
Minhas amigas chegaram animadas querendo me levar para o shopping (não estávamos em aula, eu deveria ter chegado uma hora antes pra fazer um trabalho que elas já tinham terminado), mas não consegui. Só de pensar em ficar de pé, tendo que fazer todo um esforço pra não dar um vexame meu estômago se revira e meu coração acelerada ainda mais.
Até cojitei pensar mais uma vez se iria ou não, tentei pensar: "Eu preciso ir! Isso não pode mandar na minha vida!", mas não, a realidade é que isso manda na minha vida. Quando cheguei em casa, nem deitada, na minha cama, estava conseguindo me controlar. Coloquei dois comprimidos de Rivotril sublingual na boca e tentei dormir, tentei me concentrar em outra coisa. Dormi e agora estou aqui acordada, tentando desabafar com vocês...mas ainda assim ansiosa.
Para um pessoa normal, ler isso deve ser ridículo né? A pessoa pensa: "Mas pra que isso tudo? Porque?". A resposta é que não tem um porque, eu não sei o porque e cansei de tentar descobrir. Só sei que só quem passa por isso consegue entender o Fóbico Social.
Eu preciso mesmo fazer algo, correr de novo pra psiquiatra ou então qualquer outra coisa. Confesso que meus pensamentos de suicídio voltaram com força total, mas também confesso que não tenho coragem de deixar minha mãe sofrendo e nem de agir dessa forma, com tamanha covardia.
Quero melhorar, é só isso que eu quero.
Hoje fui na faculdade me arrastando e ao sentar na cadeia me veio uma crise horrorosa. Meu coração não bate, ele parece querer sair do peito e um enjôo, uma fraqueza horrível tomam conta de mim. Começo a sentir um misto de frio e calor e isso é os primeiros indícios de que, se não me controlar, vou desmaiar na frente de todo mundo. Tentei me acalmar, peguei uma folha pra me abanar e comecei a respirar junto repetindo: "Isso não vai me dominar!".
Minhas amigas chegaram animadas querendo me levar para o shopping (não estávamos em aula, eu deveria ter chegado uma hora antes pra fazer um trabalho que elas já tinham terminado), mas não consegui. Só de pensar em ficar de pé, tendo que fazer todo um esforço pra não dar um vexame meu estômago se revira e meu coração acelerada ainda mais.
Até cojitei pensar mais uma vez se iria ou não, tentei pensar: "Eu preciso ir! Isso não pode mandar na minha vida!", mas não, a realidade é que isso manda na minha vida. Quando cheguei em casa, nem deitada, na minha cama, estava conseguindo me controlar. Coloquei dois comprimidos de Rivotril sublingual na boca e tentei dormir, tentei me concentrar em outra coisa. Dormi e agora estou aqui acordada, tentando desabafar com vocês...mas ainda assim ansiosa.
Para um pessoa normal, ler isso deve ser ridículo né? A pessoa pensa: "Mas pra que isso tudo? Porque?". A resposta é que não tem um porque, eu não sei o porque e cansei de tentar descobrir. Só sei que só quem passa por isso consegue entender o Fóbico Social.
Eu preciso mesmo fazer algo, correr de novo pra psiquiatra ou então qualquer outra coisa. Confesso que meus pensamentos de suicídio voltaram com força total, mas também confesso que não tenho coragem de deixar minha mãe sofrendo e nem de agir dessa forma, com tamanha covardia.
Quero melhorar, é só isso que eu quero.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Namorada e dia-a-dia.
Então, fui pedida em namoro. Tenho medo, muito medo. Como a maioria dos fóbicos, eu tenho dúvidas sobre mim e minha baixa auto-estima me limita muito. Eu fico pensando se ele gosta de mim do jeito que eu sou, se ele me aceita da maneira que eu sou (e não, eu ainda não contei do meu transtorno).
Já trabalhei muito com a psiquiatra isso de me achar feia, inferior com relação aos outros e apesar de ter conseguido alguns progressos, os pensamentos automáticos com relação a isso permanecem na minha mente. Como eu já disse, na minha infância sofri muito com bullyng e isso me deixou marcas profundas. É extramemente difícil mudar uma imagem construída durante anos...
Apesar das minhas dúvidas, vou em frente. Se eu tiver que sofrer, vou sofrer...uma hora eu teria que começar a me relacionar com alguém.
Com relação aos sintomas e tudo mais, ando mais ou menos. Uns dias são melhores com os outros e na maioria das horas, eu estou com o coração acelerado e com o estômago enjoado. Estou tendo bastante dificuldade de comer em locais públicos e junto do namorado também. Não é questão de querer emagrecer ou algo parecido, acontece que meu estômago sempre paga o pato. Quando vem uma crise de ansiedade que acaba em desmaio, o estômago é o primeiro a sinalizar: enjôo, muito enjôo e mal-estar. Nos dias que estou me achando ansiosa demais, procuro comer algo em casa ou se não tiver jeito, comer bem pouco na rua e claro, sempre com meu Rivotril sublingual na bolsa. A Sertralina eu todo todos os dias, 100mg.
Como recebi "alta" da psiquiatra, ando pensando na possibilidade de começar uma terapia. Eu sinto falta de falar, de conversa com alguém, de colocar pra fora minas angústias.
Enfim, me desculpem a demora para postar e em tempo: criei um msn para me comunicar com vocês: diariodeumafobica@hotmail.com.
Um beijo e até mais.
Já trabalhei muito com a psiquiatra isso de me achar feia, inferior com relação aos outros e apesar de ter conseguido alguns progressos, os pensamentos automáticos com relação a isso permanecem na minha mente. Como eu já disse, na minha infância sofri muito com bullyng e isso me deixou marcas profundas. É extramemente difícil mudar uma imagem construída durante anos...
Apesar das minhas dúvidas, vou em frente. Se eu tiver que sofrer, vou sofrer...uma hora eu teria que começar a me relacionar com alguém.
Com relação aos sintomas e tudo mais, ando mais ou menos. Uns dias são melhores com os outros e na maioria das horas, eu estou com o coração acelerado e com o estômago enjoado. Estou tendo bastante dificuldade de comer em locais públicos e junto do namorado também. Não é questão de querer emagrecer ou algo parecido, acontece que meu estômago sempre paga o pato. Quando vem uma crise de ansiedade que acaba em desmaio, o estômago é o primeiro a sinalizar: enjôo, muito enjôo e mal-estar. Nos dias que estou me achando ansiosa demais, procuro comer algo em casa ou se não tiver jeito, comer bem pouco na rua e claro, sempre com meu Rivotril sublingual na bolsa. A Sertralina eu todo todos os dias, 100mg.
Como recebi "alta" da psiquiatra, ando pensando na possibilidade de começar uma terapia. Eu sinto falta de falar, de conversa com alguém, de colocar pra fora minas angústias.
Enfim, me desculpem a demora para postar e em tempo: criei um msn para me comunicar com vocês: diariodeumafobica@hotmail.com.
Um beijo e até mais.
domingo, 7 de junho de 2009
Rir também é remédio....

Quando for às consultas com seu psicólogo/psiquiatra e estiver com vontade de incomodá-lo, use estas técnicas:
1 - Diga que ouve vozes (com uma cara séria). Quando lhe perguntarem o motivo ou quando isso acontece, diga: "Toda vez que eu atendo ao telefone".
2 - Quando for à sua primeira consulta diga que não possui problema algum e que seus amigos fadas e duendes até o aconselharam a nem ir nessa consulta.
3 - Após solucionar um caso e encontrarem uma solução, diga que agora está tudo bem, então vire-se para o lado e diga: "Tudo resolvido, certo Frank?". Insista que esta pessoa existe.
4 - Diga que vê pessoas mortas, caso pedirem-lhe um exemplo , diga: "Ontem por exemplo, quando fui ao enterro do meu tio avô Ernesto". (tia, tia avó, primo, quem você quiser matar.)
5 - Invente palavras malucas e ao conversar com seu psicólogo, use-as em vez de seu vocabulário normal. Exemplo: "Ontem eu estava tão gnork que splotrok".
6 - Caso você for adolescente, diga estar achando virar um alienígena, porque pontinhos verdes aparecem do nada em seu rosto.
7 - Com feição de paranóico e assustado diga coisas do tipo: "Ele virá me pegar". Quando lhe perguntarem quem, diga: "Meu pai depois da consulta". (Se quiser coloque as frases no plural).
8 - Tire fotos fingindo estar abraçando alguém ou fingindo que está com alguém e mostre as fotos ao seu psicólogo, dizendo os nomes dos seus amigos "invisíveis".
9 - Diga que pode prever as coisas, diga que pode ver em sua mente tudo o que irá acontecer no dia de ontem, e insista.
10 - Dependendo da hora de sua consulta, coloque seu celular para tocar no meio dela, antes do celular tocar diga que prevê as coisas e diga que seu celular irá tocar em "por exemplo, 1 minuto" ou "por exemplo, às duas da tarde".
11 - Quando seu psicólogo estiver tratando de algo sério, faça caretas estranhas e diga que espíritos estão tentando entrar em contato com você.
12 - Quando lhe pedirem atenção ou dirigirem-se à você, diga: "(O seu nome, "João") não está mais entre nós, agora eu (invente um nome estranho, "Zitron") estou no comando de seu corpo". Ou Ele está fora de área, tente novamente mais tarde ou deixe seu recado após o sinal". Faça o barulho do sinal e após isso diga: "Gravando mensagem".
Hahahaha, eu ri demais gente! Imagina a cena! haha
Rir também é remédio, faz bem e relaxa!
Obs: Estou tratando de criar um msn para conversar com quem quiser. Inicialmente, confesso que não queria fazer isso, mas vi que muita gente anda me pedindo pra conversar, contar minhas histórias e tudo mais...no próximo post, já lhes dou o e-mail ok?
Bjocas e espero que esteja tudo bem por aí! SORRIA!
domingo, 24 de maio de 2009
Eu não quero ser eu...
Dia difícil. Estou triste, deprimida, sem esperanças...
Vim andando pela rua com um sensação esquisita de fraqueza, sono, desmaio. Sinto vontade de chorar, mas as lágrimas estão presas dentro de mim. Engraçado, faz tanto tempo que não choro que tenho a sensação que está tudo guardado aqui no peito. Ai como eu queria que as coisas fossem diferentes, como eu gostaria de não ter que pensar em ansiedade. Como eu gostaria de não saber que isso existe...
Ontem tive uma crise de ansiedade horrorosa no ponto de ônibus...com ele perto de mim. Enjôo, muito enjôo, maõs suando, mente aérea...ele conversa comigo e eu não entendo, demoro a responder...
O que será que ele vai achar quando souber que sou assim? Ainda vai gostar de mim?
TRISTE.
Vim andando pela rua com um sensação esquisita de fraqueza, sono, desmaio. Sinto vontade de chorar, mas as lágrimas estão presas dentro de mim. Engraçado, faz tanto tempo que não choro que tenho a sensação que está tudo guardado aqui no peito. Ai como eu queria que as coisas fossem diferentes, como eu gostaria de não ter que pensar em ansiedade. Como eu gostaria de não saber que isso existe...
Ontem tive uma crise de ansiedade horrorosa no ponto de ônibus...com ele perto de mim. Enjôo, muito enjôo, maõs suando, mente aérea...ele conversa comigo e eu não entendo, demoro a responder...
O que será que ele vai achar quando souber que sou assim? Ainda vai gostar de mim?
TRISTE.
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