Esse feriado está sendo ruim, aliás, os feriados prolongados não são legais para mim. Surge aquele sentimento de não ter família, de ver as pessoas indo viajar, se divertindo e eu ficando para trás. Até mesmo meu namorado foi visitar a família em outro estado. A única amiga que restou na cidade e que eu havia marcado de ir no cinema, resolveu viajar de última hora. Resultado: tédio total, emburrecimento e claro, ansiedade.
As vezes eu me sinto mal de ficar reclamando, pois sei que perto de muitas pessoas eu tenho demais. Entretanto, sinto que perto de muitas outras, eu tenho de menos. Não estou tocando no ponto financeiro, mas sim no ponto sentimental e familiar. Como eu queria ser aquelas pessoas que são naturalmente felizes e resignadas. Como eu queria ter uma família grande e animada ao invés de ser filha única de apartamento. A impressão que eu tenho é que os dias vão passando e eu não tenho progresso, que eu penso em desanimar antes mesmo de começar.
Eu fico pensando: Se eu descobrisse uma doença terminal hoje, será que o meu sentido de viver iria se modificar? Será que eu iria desejar desesperadamente viver, lutar pela cura? Infelizmente, são coisas que se passam pela minha cabeça e que eu não consigo evitar.
Uma vez minha psiquiatra me disse que tenho o perfil de um depressivo crônico, que provavelmente isso é um fator genético, já que minha mãe vive a base de anti-depressivos. Mas que droga, vai ser a vida toda assim? Ando pensando em além dos meus remédios para ansiedade, começar a tomar também um anti-depressivo, porque sinceramente...a coisa está complicada.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Tá difícil.
Esses dias tem sido uma tortura. Ando passando mal, com o estômago ruim, coração quase saindo pela boca. Hoje acordei como se um trem tivesse passado com cima de mim, cansada, com uma pressão no peito...e tudo isso é ansiedade. Depois da "alta" da psiquiatra, eu achei que poderia viver sem meus remédios, sem a Sertralina e sem o Rivotril, mas é mentira, sem eles eu não consigo.
Hoje fui na faculdade me arrastando e ao sentar na cadeia me veio uma crise horrorosa. Meu coração não bate, ele parece querer sair do peito e um enjôo, uma fraqueza horrível tomam conta de mim. Começo a sentir um misto de frio e calor e isso é os primeiros indícios de que, se não me controlar, vou desmaiar na frente de todo mundo. Tentei me acalmar, peguei uma folha pra me abanar e comecei a respirar junto repetindo: "Isso não vai me dominar!".
Minhas amigas chegaram animadas querendo me levar para o shopping (não estávamos em aula, eu deveria ter chegado uma hora antes pra fazer um trabalho que elas já tinham terminado), mas não consegui. Só de pensar em ficar de pé, tendo que fazer todo um esforço pra não dar um vexame meu estômago se revira e meu coração acelerada ainda mais.
Até cojitei pensar mais uma vez se iria ou não, tentei pensar: "Eu preciso ir! Isso não pode mandar na minha vida!", mas não, a realidade é que isso manda na minha vida. Quando cheguei em casa, nem deitada, na minha cama, estava conseguindo me controlar. Coloquei dois comprimidos de Rivotril sublingual na boca e tentei dormir, tentei me concentrar em outra coisa. Dormi e agora estou aqui acordada, tentando desabafar com vocês...mas ainda assim ansiosa.
Para um pessoa normal, ler isso deve ser ridículo né? A pessoa pensa: "Mas pra que isso tudo? Porque?". A resposta é que não tem um porque, eu não sei o porque e cansei de tentar descobrir. Só sei que só quem passa por isso consegue entender o Fóbico Social.
Eu preciso mesmo fazer algo, correr de novo pra psiquiatra ou então qualquer outra coisa. Confesso que meus pensamentos de suicídio voltaram com força total, mas também confesso que não tenho coragem de deixar minha mãe sofrendo e nem de agir dessa forma, com tamanha covardia.
Quero melhorar, é só isso que eu quero.
Hoje fui na faculdade me arrastando e ao sentar na cadeia me veio uma crise horrorosa. Meu coração não bate, ele parece querer sair do peito e um enjôo, uma fraqueza horrível tomam conta de mim. Começo a sentir um misto de frio e calor e isso é os primeiros indícios de que, se não me controlar, vou desmaiar na frente de todo mundo. Tentei me acalmar, peguei uma folha pra me abanar e comecei a respirar junto repetindo: "Isso não vai me dominar!".
Minhas amigas chegaram animadas querendo me levar para o shopping (não estávamos em aula, eu deveria ter chegado uma hora antes pra fazer um trabalho que elas já tinham terminado), mas não consegui. Só de pensar em ficar de pé, tendo que fazer todo um esforço pra não dar um vexame meu estômago se revira e meu coração acelerada ainda mais.
Até cojitei pensar mais uma vez se iria ou não, tentei pensar: "Eu preciso ir! Isso não pode mandar na minha vida!", mas não, a realidade é que isso manda na minha vida. Quando cheguei em casa, nem deitada, na minha cama, estava conseguindo me controlar. Coloquei dois comprimidos de Rivotril sublingual na boca e tentei dormir, tentei me concentrar em outra coisa. Dormi e agora estou aqui acordada, tentando desabafar com vocês...mas ainda assim ansiosa.
Para um pessoa normal, ler isso deve ser ridículo né? A pessoa pensa: "Mas pra que isso tudo? Porque?". A resposta é que não tem um porque, eu não sei o porque e cansei de tentar descobrir. Só sei que só quem passa por isso consegue entender o Fóbico Social.
Eu preciso mesmo fazer algo, correr de novo pra psiquiatra ou então qualquer outra coisa. Confesso que meus pensamentos de suicídio voltaram com força total, mas também confesso que não tenho coragem de deixar minha mãe sofrendo e nem de agir dessa forma, com tamanha covardia.
Quero melhorar, é só isso que eu quero.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Namorada e dia-a-dia.
Então, fui pedida em namoro. Tenho medo, muito medo. Como a maioria dos fóbicos, eu tenho dúvidas sobre mim e minha baixa auto-estima me limita muito. Eu fico pensando se ele gosta de mim do jeito que eu sou, se ele me aceita da maneira que eu sou (e não, eu ainda não contei do meu transtorno).
Já trabalhei muito com a psiquiatra isso de me achar feia, inferior com relação aos outros e apesar de ter conseguido alguns progressos, os pensamentos automáticos com relação a isso permanecem na minha mente. Como eu já disse, na minha infância sofri muito com bullyng e isso me deixou marcas profundas. É extramemente difícil mudar uma imagem construída durante anos...
Apesar das minhas dúvidas, vou em frente. Se eu tiver que sofrer, vou sofrer...uma hora eu teria que começar a me relacionar com alguém.
Com relação aos sintomas e tudo mais, ando mais ou menos. Uns dias são melhores com os outros e na maioria das horas, eu estou com o coração acelerado e com o estômago enjoado. Estou tendo bastante dificuldade de comer em locais públicos e junto do namorado também. Não é questão de querer emagrecer ou algo parecido, acontece que meu estômago sempre paga o pato. Quando vem uma crise de ansiedade que acaba em desmaio, o estômago é o primeiro a sinalizar: enjôo, muito enjôo e mal-estar. Nos dias que estou me achando ansiosa demais, procuro comer algo em casa ou se não tiver jeito, comer bem pouco na rua e claro, sempre com meu Rivotril sublingual na bolsa. A Sertralina eu todo todos os dias, 100mg.
Como recebi "alta" da psiquiatra, ando pensando na possibilidade de começar uma terapia. Eu sinto falta de falar, de conversa com alguém, de colocar pra fora minas angústias.
Enfim, me desculpem a demora para postar e em tempo: criei um msn para me comunicar com vocês: diariodeumafobica@hotmail.com.
Um beijo e até mais.
Já trabalhei muito com a psiquiatra isso de me achar feia, inferior com relação aos outros e apesar de ter conseguido alguns progressos, os pensamentos automáticos com relação a isso permanecem na minha mente. Como eu já disse, na minha infância sofri muito com bullyng e isso me deixou marcas profundas. É extramemente difícil mudar uma imagem construída durante anos...
Apesar das minhas dúvidas, vou em frente. Se eu tiver que sofrer, vou sofrer...uma hora eu teria que começar a me relacionar com alguém.
Com relação aos sintomas e tudo mais, ando mais ou menos. Uns dias são melhores com os outros e na maioria das horas, eu estou com o coração acelerado e com o estômago enjoado. Estou tendo bastante dificuldade de comer em locais públicos e junto do namorado também. Não é questão de querer emagrecer ou algo parecido, acontece que meu estômago sempre paga o pato. Quando vem uma crise de ansiedade que acaba em desmaio, o estômago é o primeiro a sinalizar: enjôo, muito enjôo e mal-estar. Nos dias que estou me achando ansiosa demais, procuro comer algo em casa ou se não tiver jeito, comer bem pouco na rua e claro, sempre com meu Rivotril sublingual na bolsa. A Sertralina eu todo todos os dias, 100mg.
Como recebi "alta" da psiquiatra, ando pensando na possibilidade de começar uma terapia. Eu sinto falta de falar, de conversa com alguém, de colocar pra fora minas angústias.
Enfim, me desculpem a demora para postar e em tempo: criei um msn para me comunicar com vocês: diariodeumafobica@hotmail.com.
Um beijo e até mais.
domingo, 7 de junho de 2009
Rir também é remédio....

Quando for às consultas com seu psicólogo/psiquiatra e estiver com vontade de incomodá-lo, use estas técnicas:
1 - Diga que ouve vozes (com uma cara séria). Quando lhe perguntarem o motivo ou quando isso acontece, diga: "Toda vez que eu atendo ao telefone".
2 - Quando for à sua primeira consulta diga que não possui problema algum e que seus amigos fadas e duendes até o aconselharam a nem ir nessa consulta.
3 - Após solucionar um caso e encontrarem uma solução, diga que agora está tudo bem, então vire-se para o lado e diga: "Tudo resolvido, certo Frank?". Insista que esta pessoa existe.
4 - Diga que vê pessoas mortas, caso pedirem-lhe um exemplo , diga: "Ontem por exemplo, quando fui ao enterro do meu tio avô Ernesto". (tia, tia avó, primo, quem você quiser matar.)
5 - Invente palavras malucas e ao conversar com seu psicólogo, use-as em vez de seu vocabulário normal. Exemplo: "Ontem eu estava tão gnork que splotrok".
6 - Caso você for adolescente, diga estar achando virar um alienígena, porque pontinhos verdes aparecem do nada em seu rosto.
7 - Com feição de paranóico e assustado diga coisas do tipo: "Ele virá me pegar". Quando lhe perguntarem quem, diga: "Meu pai depois da consulta". (Se quiser coloque as frases no plural).
8 - Tire fotos fingindo estar abraçando alguém ou fingindo que está com alguém e mostre as fotos ao seu psicólogo, dizendo os nomes dos seus amigos "invisíveis".
9 - Diga que pode prever as coisas, diga que pode ver em sua mente tudo o que irá acontecer no dia de ontem, e insista.
10 - Dependendo da hora de sua consulta, coloque seu celular para tocar no meio dela, antes do celular tocar diga que prevê as coisas e diga que seu celular irá tocar em "por exemplo, 1 minuto" ou "por exemplo, às duas da tarde".
11 - Quando seu psicólogo estiver tratando de algo sério, faça caretas estranhas e diga que espíritos estão tentando entrar em contato com você.
12 - Quando lhe pedirem atenção ou dirigirem-se à você, diga: "(O seu nome, "João") não está mais entre nós, agora eu (invente um nome estranho, "Zitron") estou no comando de seu corpo". Ou Ele está fora de área, tente novamente mais tarde ou deixe seu recado após o sinal". Faça o barulho do sinal e após isso diga: "Gravando mensagem".
Hahahaha, eu ri demais gente! Imagina a cena! haha
Rir também é remédio, faz bem e relaxa!
Obs: Estou tratando de criar um msn para conversar com quem quiser. Inicialmente, confesso que não queria fazer isso, mas vi que muita gente anda me pedindo pra conversar, contar minhas histórias e tudo mais...no próximo post, já lhes dou o e-mail ok?
Bjocas e espero que esteja tudo bem por aí! SORRIA!
domingo, 24 de maio de 2009
Eu não quero ser eu...
Dia difícil. Estou triste, deprimida, sem esperanças...
Vim andando pela rua com um sensação esquisita de fraqueza, sono, desmaio. Sinto vontade de chorar, mas as lágrimas estão presas dentro de mim. Engraçado, faz tanto tempo que não choro que tenho a sensação que está tudo guardado aqui no peito. Ai como eu queria que as coisas fossem diferentes, como eu gostaria de não ter que pensar em ansiedade. Como eu gostaria de não saber que isso existe...
Ontem tive uma crise de ansiedade horrorosa no ponto de ônibus...com ele perto de mim. Enjôo, muito enjôo, maõs suando, mente aérea...ele conversa comigo e eu não entendo, demoro a responder...
O que será que ele vai achar quando souber que sou assim? Ainda vai gostar de mim?
TRISTE.
Vim andando pela rua com um sensação esquisita de fraqueza, sono, desmaio. Sinto vontade de chorar, mas as lágrimas estão presas dentro de mim. Engraçado, faz tanto tempo que não choro que tenho a sensação que está tudo guardado aqui no peito. Ai como eu queria que as coisas fossem diferentes, como eu gostaria de não ter que pensar em ansiedade. Como eu gostaria de não saber que isso existe...
Ontem tive uma crise de ansiedade horrorosa no ponto de ônibus...com ele perto de mim. Enjôo, muito enjôo, maõs suando, mente aérea...ele conversa comigo e eu não entendo, demoro a responder...
O que será que ele vai achar quando souber que sou assim? Ainda vai gostar de mim?
TRISTE.
domingo, 17 de maio de 2009
Namorar? Isso me assusta!

Eu nunca tive um namorado. Oportunidades? Tive várias! Só que quando as coisas começaram a ficar um pouco mais sérias, tendendo a virar um compromisso, eu arrumava um jeito de afastar a pessoa e ficar sozinha. Segundo minha psiquiatra, isso é devido a meu medo da rejeição. Tenho medo de a pessoa me achar feia, esquisita, diferente dos demais...tenho medo de contar sobre minha doença e ser taxada de doida.
Eu ouço muito as pessoas que sofrem de TAS reclamarem que nunca tiveram um relacionamento, que de alguma forma, nada nesse sentido acontece. Você já parou pra pensar se dá oportunidade para isso acontecer? Já parou pra pensar na sua linguagem corporal na hora que alguém tenta se aproximar?
Nesse momento, estou vivendo uma situação assim. Na verdade, nunca estive tão próxima de ser pedida em namoro. Se isso me causa incômodo, me deixa insegura? MAS É CLARO! Pensa que só porque eu escrevo esse blog aqui, tomo remédios ou qualquer coisa do tipo, eu não tenho medo e não sofro? Gente, isso está na minha mente todos os dias e de alguma forma, eu me sinto obrigada a encarar mais esse desafio.
Eu sei que ele gosta de mim e quanto a ele, estou tranquila. O que me deixa nervosa é conhecer os outros: família, amigos, viver situações de exposições. Fico pensando se vou dar conta, e vou conseguir compater meus pensamentos automáticos, se vou conseguir me manter em pé nos momentos sociais. MEDO DEMAIS!
Será que tem alguém lendo isso daqui? Se tiver, saiba que, apesar de tudo, é necessário se arriscar e não tem pra onde correr. Infelizmente, a coisa funciona assim. Espero que esteja tudo bem por aí...
domingo, 10 de maio de 2009
Tem dia que é assim...

Olá pessoal, depois de um tempo, estou aqui outra vez. Hoje estou me sentindo meio mal, estou ansiosa, com medo de sair de casa, com medo de passar mal na frente dos outros.
A novidade é que minha psiquiatra me deu "alta" da terapia comportamental. Quando ela me disse isso, fiquei muito surpresa e receosa, acho fiquei com medo de não dar conta sozinha. Depois de alguns meses fazendo exposições (indo viajar com a faculdade e frequentando lugares que geram ansiedade para mim), tomando minha Sertralina e também o Rivotril sublingual, não preciso ir mais nas seções semanais. * Essa "alta" quer dizer que não vou lá toda semana, que passei da fase crítica!
Apesar disso, estou muito nervosa! Ontem, quando fui tomar a Sertralina, aumentei a dose de 75mg para 100mg! Fiz isso sem orientação médica e sei que é errado, mas minha vontade de melhorar e me sentir bem supera qualquer coisa e me leva a cometer atos como esse. Agora pela manhã já acordei acelerada, com o coração a mil, sentindo enjôos e uma angústia tremenda no peito...nem pensei, tomei café e coloquei um rivotril debaixo da língua. Aparentemente, ele está começando a fazer efeito e estou um pouco mais calma.
Outra novidade é que estou saindo com um carinha. Dia 05 agora fez um mês que estamos juntos. Eu já tive muitos problemas com isso de relacionamento, pois quando as coisas começavam a ficar um pouco mais sérias, eu ficava completamente insegura e de alguma forma, afastava as pessoas. Quantas oportunidades perdidas! Mas quando eu conheci ele - por meio de um amigo em comum -, jurei para mim mesmo que apesar do desconforto, do medo da desaprovação, eu iria investir, não iria deixar meus pensamentos negativos me guiarem...
Hoje vou vê-lo. Ele é um fofo, diz gostar muito de mim e até comprou 10 talentos vermelhos só porque viu nas minhas comunidades que eu gosto. Acho que é por isso que estou nervosa! Fico pensando: será que ele vai gostar de mim do jeito que eu sou? Será que ele vai entender que eu tenho um transtorno? Será isso, será aquilo?
Estou nervosa. Antes de ir, vou sentar e fazer uns cartões de enfrentamento, acho que eles me ajudam bastante. É fácil fazer pessoal: você escreve em um papel os pensamentos automáticos que mais te atrapalham ou que vc acha que pode acontecer em determinada situação...por exemplo: " E se eu me sentir mal, ter sensação de desmaio lá na festa? "
Logo embaixo, você faz a reestruturação, dizendo: " Isso não vai acontecer, pois estou medicada. Essas sensações são criadas pelo meu cérebro e eu posso ter controle sobre elas! Eu consigo! Eu sou igual a todo mundo, não vou deixar que nada atrapalhe minha felicidade! "
Lógico que as situações e reestruturações mudam de pessoa para pessoa, afinal, cada um tem sua história de vida. Espero que isso possa ajudar alguém aí a ficar mais equilibrado...
É difícil mesmo gente, viram como no texto abaixo eu estava feliz? É assim mesmo, uns dias são melhores que os outros e assim vamos vivendo buscando sempre o melhor. Tudo de bom para vocês e obrigada pelos comentários e mensagens de apoio!
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